Reflexões Sobre a Utilização de Pinturas Históricas nas Aulas de História

Publicado originalmente em Revista Entrever, disponível aqui.

Aline Maisa Lubenow, Elison Antonio Paim

RESUMO
O presente artigo apresenta reflexões sobre o Ensino de História e sobre as metodologias de ensino utilizadas durante o Estágio de Docência em História III do curso de licenciatura plena em História da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), realizado durante o segundo semestre de 2010, na Escola Estadual de Educação Básica Raimundo Corrêa, situada no município de Seara (SC). Relatamos e analisamos as atividades desenvolvidas com algumas pinturas históricas relacionadas à representação do processo de Independência do Brasil como recurso didático em sala de aula.
Palavras-chave: Ensino de História. Estágio. Pinturas históricas.

INTRODUÇÃO

O Estágio de Docência em História III, realizado no segundo semestre de 2010, na Escola Estadual de Educação Básica Raimundo Corrêa, localizada no município de Seara (SC), ocorreu com uma turma do segundo ano do Ensino Médio. A turma era constituída por 21 alunos.
O tema do estágio foi Independência do Brasil e o Primeiro Reinado. Durante o estágio, foram utilizados diversos recursos metodológicos, dentre eles o filme Independência ou Morte, imagens sobre o cotidiano na primeira metade do século XIX, textos abordando aspectos do processo de independência do Brasil e o cotidiano brasileiro nesse período. Além disso, utilizaram-se também pinturas que retratavam este período da História brasileira, como a obra de Antônio Parreiras Jornada dos Mártires, a tela Proclamação da Independência, de François René Moreaux, e Independência ou Morte, de Pedro Américo.

BREVES REFLEXÕES SOBRE A ARTE E A HISTÓRIA

Na contemporaneidade, somos ‘bombardeados’ diariamente por inúmeras imagens, em revistas, em jornais, na televisão, nas ruas, enfim, rodeados por esta forma de Arte. Em suma, estas imagens ressaltam uma visão de uma sociedade que procura expressar ‘seu modo de existência’. Como afirma Benjamim:

No interior de grandes períodos históricos, a forma de percepção das coletividades humanas se transforma ao mesmo tempo que seu modo de existência. O modo pelo qual se organiza a percepção humana, o meio em que ela se dá, não é apenas condicionado naturalmente, mas também historicamente. (BENJAMIN, 1987, p. 169).

Desta maneira, as pinturas históricas do século XIX e do início do XX no Brasil sofrem influência das artes francesas, e inclusive recebem proteção por parte de D. Pedro II, deixando entrever o pensamento elitista que, atento aos modelos das cortes europeias, não representa aspectos populares e nativistas. Neste sentido, apresentam temas ‘nobres’, valorizando aspectos da ‘bela arte’ (CAMPOFIORITO, 1983).
Além disso, muitos destes artistas fizeram parte da Missão Artística Francesa de 1816 e foram fundadores da então Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro, encontrando na arte uma maneira de representar o Brasil, suas ideologias e uma visão ‘ideal’ do que deveria ser o país, como disserta Bueno:

Estes artistas, ligados à academia, representaram o Brasil em exposições internacionais, e suas criações articularam-se intimamente com as visões de mundo das classes dominantes do século XIX e início do XX. Eles foram os pintores reconhecidos pela intelectualidade e pelos poderes constituídos. As obras de arte originais encontram-se em museus, em coleções particulares ou na coleção dos Estados e são pinturas com temáticas que tratam de representações de uma história positivista/liberal e romântica do Brasil. Além disso, as imagens das obras de arte destes pintores foram reproduzidas em medalhas, em jornais, em revistas, em impressos oficiais e estão presentes na maioria dos livros didáticos brasileiros de História (BUENO, 2003, p. 58).

As imagens também vêm auxiliar no processo de ensino-aprendizagem. Desde o século XIX, as imagens já eram utilizadas como um recurso didático nas aulas de História, buscando expressar em litogravuras as cenas históricas. No momento presente, as imagens ocupam amplos espaços nas obras didáticas, o que permite notarmos a sua multiplicação no ensino de História (BITTENCOURT, 2002).
A seguir, analisaremos algumas pinturas que buscaram representar os muitos acontecimentos que permearam a História da Independência do Brasil, trata-se de pinturas utilizadas como recurso metodológico durante o Estágio de Docência em História III.
A obra do pintor Antônio Parreiras, Jornada dos Mártires, procura retratar um acontecimento específico da Inconfidência Mineira: a viagem dos inconfidentes presos, de Vila Rica para o Rio de Janeiro, onde seriam julgados e punidos. A obra apresenta os inconfidentes como sujeitos derrotados, em um quadro melancólico, que expressa sofrimento por parte dos presos, de maneira a maneira de exaltar a Coroa Portuguesa. A obra encontra-se atualmente no Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora (JÚNIOR, 2009).
Parreiras pintou inúmeros temas históricos, sendo que algumas de suas tela foram encomendadas pelo Supremo Tribunal Federal, como Suplício de Tiradentes, Desterrados e A Conquista do Amazonas, para o Palácio do Governo Paranaense e Jornada dos Mártires, para a prefeitura de Juiz de Fora (CAMPOFIORITO, 1983).
Seguindo este pensamento, cabe refletir sobre outra pintura, que segue este segmento de temas históricos enfocando a Independência do Brasil. Entretanto, dentre as três pinturas escolhidas para o uso em sala de aula, esta é a única que não foi pintada por um brasileiro. A obra denomina-se Proclamação da Independência, e é de autoria do pintor francês François-René Moreaux.
Assim como Parreiras, Moreaux se especializou como pintor de acontecimentos históricos e paisagismo, pois estes aspectos eram apreciados pela Academia de Belas Artes Francesa. A pintura representa o momento em que o príncipe D. Pedro proclama a independência do Brasil. Portanto, o ponto central da tela é a figura de D. Pedro, destacando-o dos demais sujeitos apresentados na pintura, ou seja, o povo brasileiro.
No entanto, estes personagens que representam o povo brasileiro se assemelham à população rural europeia. Nota-se que não há negros e nem indígenas, para evitar que o Brasil seja observado como um país escravocrata, procurando rotulá-lo como uma nação ‘branca’ com a finalidade de buscar vínculos com países europeus. Neste contexto, a obra de Moreuax permite refletirmos, juntamente com os alunos, sobre inúmeros aspectos que permeiam a História do Brasil, no século XIX, salientando elementos culturais, políticos, econômicos e como os acontecimentos são representados. Como enfatiza Schwarcz:

É certo que não existe História do “se”, mas e sempre possível refletir sobre como se “naturalizam” certos destinos. As representações pictóricas de acontecimentos históricos, por exemplo, evidenciam as estratégias para fazer parecer natural o que não passa de escolha política. Toda tela rele, traduz e sugere significados, ainda mais quando se trata de pinturas históricas financiadas pelos próprios governantes. É este o caso da obra “Proclamação da Independência”, de autoria de François-Rene Moreaux (hoje pertencente ao Museu Imperial, em Petrópolis, no Rio de Janeiro). O quadro não foi realizado no calor da hora. Tampouco resultou da observação direta. Ao contrário, foi pintado em 1844, fato atestado pela assinatura e pela data na tela (SCHWARCZ, 2009, p. 42).

Certamente, dentre as três obras aqui consideradas, a mais conhecida é Independência ou Morte, de Pedro Américo. Assim como Moreuax, Américo também busca elementos que exaltam a figura de D. Pedro, apontando-o como um ser superior aos demais mostrados na tela. Primeiramente, por apresentar D. Pedro e sua comitiva em trajes de gala e em posições que expressam elegância e autoridade, posteriormente, por destacar a figura do príncipe sobre um terreno mais elevado em relação aos outros sujeitos – sendo esta mais uma forma de exaltar a importância de D. Pedro para o processo de independência do Brasil.
O pintor Pedro Américo, como inúmeros outros pintores do século XIX, pode ser considerado um intérprete de temas clássicos e históricos. Além da obra Independência ou Morte, também buscou retratar outros acontecimentos históricos, como no quadro Esquartejamento de Tiradentes, e ainda expressando em suas telas temas relativos a assuntos militares. Cabe destacar que Pedro Américo foi, durante muitos momentos de sua careira artística, amplamente respeitado pelo então imperador brasileiro D. Pedro II (CAMPOFIORITO, 1983).

IMAGENS E O ENSINO DE HISTÓRIA

Com base nas colocações anteriores, cabe aqui pontuarmos aspectos que estiveram presentes durante a experiência de Estágio voltado às metodologias de ensino de História, ou seja, as pinturas que representam a Independência do Brasil. Para a elaboração do projeto de Estágio, utilizamos como base a pesquisa realizada pelos acadêmicos do curso de História do sétimo período, tendo como tema “O Ensino de História no Ensino Médio em Escolas Integrantes do Programa Universidade-Escola da Unochapecó, e cuja finalidade era diagnosticar a realidade do Ensino de História no Ensino Médio1.
No decorrer da pesquisa, foram analisados alguns temas, sendo um deles voltado para as Metodologias das aulas de História. Neste sentido, observou-se que 73% dos alunos afirmaram que gostam da maneira como o professor realiza suas aulas, destacando alguns fatores que auxiliam, como aulas criativas, variações nas metodologias e professor dinâmico. Continuando nesta questão, 9% dos alunos ressaltam que não gostam das aulas por serem monótonas e sem debates.
Estas análises auxiliaram na elaboração de atividades e na escolha de algumas metodologias que permearam o estágio, dentre elas as pinturas.
Durante a experiência do estagio, as imagens mostraram-se como uma ferramenta que possibilitou outra visão em relação ao assunto abordado em sala de aula. Deste modo, cabe ressaltar a fala de um dos alunos, na primeira aula, quando foi socializado que seriam trabalhadas três pinturas relacionadas ao contexto da Independência do Brasil: ‘Mas professora, isso não é aula de artes?’

Nota-se que os alunos ainda possuem um olhar fechado em relação às disciplinas, aquilo que se mostrou como algo ‘diferente’ para uma aula de História, era algo novo, que, segundo alguns alunos relataram posteriormente nas avaliações do estágio, nunca antes haviam trabalhado. Desta maneira, evidencia-se o papel importante da interdisciplinaridade:

O ensino de História através do estreitamento de relações com outras áreas é o reflexo da busca de novos caminhos que a educação destes novos tempos exige. É a consciência aberta para a interdisciplinaridade, ou seja, um ensino que procure descobrir e/ou estabelecer conexões e correspondências entre as disciplinas, isto, é entre os diferentes níveis de descrição da realidade (FREITAS apud MOIMAZ; MOLINA, 2008, p. 146).

Ainda seguindo esta reflexão, cabe pontuarmos aspectos do ensino da arte, intercalado com o ensino de História, e sua importância para o processo de ensino-aprendizagem:Ainda seguindo esta reflexão, cabe pontuarmos aspectos do ensino da arte, intercalado com o ensino de História, e sua importância para o processo de ensino-aprendizagem:

O ensino da arte é importante para uma leitura crítica e reflexiva das imagens encontradas no nosso cotidiano. No entanto, é necessário considerarmos que esta prática não deve acontecer apenas em uma disciplina isolada, como nas aulas de Artes, mas sim estar presente no ensino de modo geral, já que vivemos em uma sociedade imagética e a imagem oferece outra perspectiva para a comunicação professor-aluno (MOIMAZ; MOLINA, 2008, p. 145).

Em sala de aula, ao buscar fazer a (re)leitura de uma obra de arte, é de suma importância abordar com os alunos diversos aspectos que permeiam a obra. Como no exemplo das pinturas, pode-se começar com a própria história desta imagem: quem a pintou? Quem foi este pintor? Por que pintou este quadro? Quais elementos o quadro representa? Enfim, inúmeras indagações que ao serem problematizadas possibilitam que o discente interaja com esta imagem de outra maneira, ocasionando, deste modo, um novo olhar sobre esta metodologia de ensino. Acrescente-se ainda que observar ‘o que há por trás’ destas pinturas, juntamente com os alunos, permite a abertura de um leque de assuntos para serem debatidos. Dentre eles cabe pontuarmos a representação do povo brasileiro nas pinturas aqui apresentadas.

Neste momento, é importante citar a fala dos alunos na avaliação do trabalho de estágio, ao término das atividades, destacando a pergunta sobre as metodologias utilizadas pelo estagiário, comentada pelos discentes

Uma metodologia mais nova que nunca foi usada trasendo (sic) imagens e trabalho emsima (sic) delas etc.; A utilização de vídeos e imagens sobre a Independência atravez (sic) deles vimos como as imagens são manipuladas de acordo com situações e interesses.

Entretanto, cabe ao professor provocar este aluno. A mediação neste processo é algo fundamental, pois auxilia na construção de um sujeito crítico em relação a esta ou aquela representação da História.

IMAGENS E O LIVRO DIDÁTICO

Deve ser observado também que estas imagens são encontradas em vários livros didáticos, como afirma Bittencourt, ao referir-se aos inúmeros artistas, dentre eles Pedro Américo, que compõem “[D]essa galeria de arte que os livros didáticos foram os principais divulgadores.” (BITTENCOURT, 1997, p. 77). Ainda discorrendo sobre esta problemática, a autora analisa a relação da História Política com a construção de figuras ditas ‘importantes’ para a História do Brasil:

A História política que predominou no ensino de História até recentemente foi responsável pela configuração de uma galeria de personagens da vida administrativa do país. Houve o cuidado de se pesquisar os possíveis retratos de personagens que ficaram famosos posteriormente, para serem apresentados aos jovens estudantes (BITTENCOURT, 2002, p. 77).

Dessa maneira, o docente deve estar atento às imagens expostas nos livros didáticos, não somente ao observá-las, mas ao refletir sobre sua elaboração e seus reflexos. É fundamental salientar nas pinturas históricas sua finalidade de relatar o acontecimento e como esta imagem parece retratar o fato realmente como ocorreu. No caso dos livros didáticos, há uma produção textual ao lado da representação iconográfica que não se encontra ali por mero acaso, mas com o intuito de ‘auxiliar’ o discente na compreensão do conteúdo. Muitas vezes isso induz o aluno a crer que aquela imagem expressa a verdade única.
Com base nestas abordagens sobre o livro didático, pode-se pensar este recurso metodológico como um auxiliador no processo, chamado por Benjamin (1987), de ‘reprodutibilidade técnica da obra de arte’, ou seja, uma maneira de aproximação da obra com o público, pensando aqui os alunos.
Benjamin ressalta que até o século XIX a visualização das obras de arte era restrita. Somente poucas pessoas tinham acesso a elas, pois os pintores queriam que seus quadros fossem vistos por uma pessoa, ou poucas. Neste sentido, os livros didáticos vêm a ser, inclusive, um instrumento de reprodução destas pinturas (BENJAMIN, 1987).
A partir desta ideia, nota-se o livro didático como um instrumento de reprodução das pinturas e, juntamente com esta reprodução, de propagação de certos valores, visões de mundo e ideologias. Neste sentido, Bueno vem a contribuir ao afirmar que:

[…] as representações de pinturas nos livros didáticos trazem importantes informações e, portanto, não devem ser encaradas como inocentes. Por exemplo, em primeiro lugar, elas podem ser lidas enquadrando-as em determinados estilos de pinturas, e estes referem-se a visões de mundo carregadas de alusões estéticas, plásticas e históricas. Em segundo lugar, elas podem demonstrar ao leitor que também existe um acervo de imagens construídas antes delas e que elas fazem parte da história das imagens iconográficas. Em terceiro lugar, o ato de retomá-las constantemente nos livros editados e reeditados pode ser entendido como permanência de visões de mundo, ou então de formas de estudar história do Brasil através de culturas mais elitizadas. No caso deste estudo, a escolha das imagens dos livros didáticos pelos autores está ligada ao ato de selecionar e dar valor de testemunho do passado, a um conjunto de imagens referentes à história do Brasil. Este ato depende da posição sócio/culturas das pessoas envolvidas na produção do livro e em nenhum momento isto permitiria uma posição neutra (BUENO, 2003, p. 48-49).

A partir desta colocação, é possível refletir sobre os inúmeros processos que permeiam a produção dos livros didáticos e principalmente sobre as representações iconográficas apresentadas por meio deste recurso metodológico. Um exemplo é a ‘ponte’ entre a História e a Arte, que pode ser feita ao observarmos estas pinturas em seus aspectos de estilo, que seguem uma tendência, como é o caso das obras referidas neste artigo, que seguiam a ‘moda’ do século XIX, ou seja, eram influenciadas pelas artes francesas. Na mesma linha de pensamento, porém focalizando a história destas imagens, é importante refletir sobre o período em que a obra foi construída, as influências que ela sofreu, ou seja, o contexto histórico desta pintura. Nesse sentido, é importante uma visão não voltada somente aos elementos históricos, mas também aos artísticos.
Enfim, Bueno ressalta que estas imagens continuam a ser reproduzidas pelos livros didáticos de maneira a permanecerem como uma ‘cultura elitizada’, propiciada pelos autores dos livros. Desta forma, a análise do livro didático é algo essencial a ser feito pelo docente com o intuito de conhecer melhor este material.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A Arte e a História são dois campos do conhecimento que, ao andarem juntos, tornam-se elementos essenciais para refletirmos sobre o que ocorre ao nosso redor e que, devido à ‘turbulência’ do dia a dia não damos muita atenção. Esses elementos podem se tornar grandes subsídios para as aulas, não somente para pensar a aula de História, mas também o ensino como um todo.
Cabe pontuar que a busca por elementos que ‘saiam’ do cotidiano das aulas pode produzir um resultado positivo. Isso proporciona ao aluno um novo olhar sobre determinado assunto que até aquele momento estava centrado numa só direção. Deve-se considerar também que o convívio com outras áreas do conhecimento auxilia amplamente a construção do conhecimento.
Enfim, o estágio é uma experiência que possibilita aos educadores refletir sobre os processos que permeiam não somente o ensino de História, mas também a educação. Além disso, permite olhar para o Ensino Médio, enquanto futuros professores, com olhos atentos. Neste sentido, nota-se o quanto é complexo o processo de ensino-aprendizagem, mas também o quanto é gratificante quando o objetivo de uma aula é alcançado, ou seja, contribuir para que o aluno se torne um sujeito crítico e reflexivo.
Portanto, cabe a nós, professores de História, olhar essas imagens que, certamente, estarão rodeando nossa vida profissional, não como meras ilustrações, mas como uma ferramenta, uma metodologia que sem dúvida auxilia amplamente em sala de aula.

REFERÊNCIAS


BENJAMIN, W. Magia e técnica arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1987.
BITTENCOURT, C. Livros didáticos entre textos e imagens. In: __. (Org.). O saber histórico em sala de aula. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2002.
BUENO, J. Representações iconográficas em livros didáticos de história. 2003. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2003.
CAMPOFIORITO, Q. A proteção do Imperador e os pintores do Segundo reinado 1850-1890. Rio de Janeiro: Edições Pinakotheke, 1983.
JÚNIOR, A. G. A jornada de Parreiras: da pintura de paisagem aos Mártires. Contemporâneos, Revista de Artes e Humanidades, n. 4, maio/out. 2009.
MOIMAZ, E. R.; MOLINA, A. H. Arte e História: a pintura de Bruegel e o ensino de História. Cadernos do CEOM, Chapecó: Argos, n. 28, 2008.
SCHWARCZ, L. “Proclamação da Independência” idealiza a cena do Ipiranga de modo quase constrangedor, 2009. Disponível em: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/perspectiva/reino-da-imaginacao Acesso em: 3 dez. 2010

Notas

1 Pesquisa realizada no primeiro semestre de 2010, pelos alunos do sétimo período do curso de História da Unochapecó, na disciplina de Estágio de Docência em História II, sob a orientação do professor Elison Paim.

Deixe um comentário