Odair Souza, Elison Antonio Paim
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Escribo gritando. Gritando escribo. Lxs que me conocen saben que nunca – o muy rara vez – grito; mi manera de expresar los sentimientos de frustración, indignación, rabia, dolor y horror es otra. No obstante, ahora no puedo contener este chillido que nace desde muy adentro y que sale por los poros y orificios de mi cuerpo como estruendo. Los órganos en su conjunto y liderado por el alma y el corazón, gritan ¡NO! gritan ¡DIGNIDAD! y gritan ¡VIDA Mi grito es producto y reflejo de la acumulación de un sentir! (WALSH, 2017, p. 17).
Resumo
O artigo conceitua e problematiza o eurocentrismo derivado da colonialidade (do poder, do saber e dor ser) como gerador do racismo (estrutural e institucional) contra povos africanos, afro-brasileiros e indígenas no Brasil, em todas as esferas sociais, particularmente na escola e propõem a construção de práticas pedagógicas decoloniais e interculturais como possibilidades de desconstrução desse processo. Apresentamos fragmentos da pesquisa A educação para as relações étnicorraciais no ensino de história: memórias e experiências de professoras da educação básica dissertação submetida ao Programa de Pós-Graduação em Ensino de História da Universidade Federal de Santa Catarina. Dialogamos com narrativas de professoras coletadas na forma de entrevistas orais gravadas e depois organizadas na perspectiva metodológica de Walter Benjamin construindo mônadas.
Para ler o artigo completo, acesse: https://periodicos.uffs.edu.br/index.php/FRCH/article/view/10975